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Prosai Parintins: Governo do Amazonas investe em sistemas de água, esgoto e drenagem para garantir saneamento no município
Publicado em 08/05/2026 16:23
Capital & Municípios

As obras são consideradas fundamentais para o desenvolvimento da cidade e para a promoção da saúde pública da população de Parintins

 

O Governo do Amazonas, por meio do Programa de Saneamento Integrado (Prosai), segue avançando nas obras e investimentos voltados à ampliação do sistema de abastecimento de água, esgotamento sanitário e drenagem urbana, considerados fundamentais para o desenvolvimento da cidade e para a promoção da saúde pública da população de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus).

 

O programa é executado pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb). Nesta fase, o Prosai Parintins prevê investimentos de R$ 59,7 milhões em esgotamento sanitário, R$ 53,7 milhões em abastecimento de água e R$ 25,7 milhões em drenagem urbana.

 

De acordo com o secretário da Sedurb, Júlio Langbeck, o programa está construindo quatro Centros de Reservação e Distribuição (CRDs), com o objetivo de ampliar a oferta e garantir a qualidade da água distribuída à população.

 

Segundo ele, a captação será feita por meio de poços tubulares perfurados a uma profundidade mínima de 200 metros, utilizando água do aquífero subterrâneo Alter do Chão.

 

“Após a captação, a água será encaminhada para reservatórios apoiados e elevados antes da distribuição. Cada CRD terá capacidade de armazenar 1,8 milhão de litros de água. Mesmo sendo água captada de poços profundos, o sistema também passará por um processo de cloração, para eliminar qualquer risco de contaminação e garantir a segurança da água distribuída à população”, explicou o secretário.

 

O Prosai Parintins prevê a implantação de um sistema de esgotamento sanitário que beneficiará cerca de 12 mil moradores da área de intervenção do programa, alcançando até 25% da área urbana do município. De acordo com Júlio César, o projeto inclui a construção de 34 quilômetros de redes coletoras de esgoto, além de quatro Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), responsável pelo tratamento dos resíduos antes do retorno ao meio ambiente.

 

Segundo ele, a função da rede de esgotamento sanitário é coletar e conduzir os efluentes de forma segura. O sistema realiza a captação intradomiciliar dos resíduos e os direciona para a rede de esgoto instalada nas ruas, que leva o material até a estação de tratamento.

 

“Na estação, os efluentes passam por um processo biológico de tratamento, responsável por eliminar impurezas, separar resíduos sólidos e reduzir os níveis de poluição. Após o tratamento, a água retorna aos cursos d’água dentro de padrões ambientalmente aceitáveis”, informou.

 

 

Já sobre o sistema de drenagem urbana, Júlio César explicou que é destinado exclusivamente à coleta e condução das águas da chuva para os cursos d’água mais próximos.

 

“Muitas pessoas ainda confundem a drenagem com a rede de esgoto e acabam despejando águas servidas e resíduos nas galerias pluviais. Esse tipo de prática é inadequado, já que a drenagem não possui tratamento e a água segue diretamente para rios e igarapés”, ressaltou.

 

FOTOS: Paula Pessoa/UGPE

 

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